“¿Le ofrezco algo, guapa?” Eu, tonta, distraída, ainda encarei o tipo. Passavam das 21 horas e andava tranquilamente pelo Gótico quando o vi se aproximar. Ele, alto, forte, vinha certeiro em minha direção. “¿Le ofrezco algo, guapa?”, repetiu. Passei batido, ele virou, eu vi que me seguia, ele insistiu. E estava ofendido. “¿Qué es, no fuma porro?” Mantive os passos, senti os dele. “Tengo más cosas.” Fingi que não ouvi e entrei na taverna basca pensando: tenho cara de quê?
- “Le ofrezco algo?”
- Si, uma cerveza.
sexta-feira, 16 de abril de 2010
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ahahah lindo, gaja.
ResponderExcluirCami, lendo os seus textos consigo imaginar vocês vivendo e reagindo a cada situação...... como a Ju e a Re tb queria estar por ai.. Bj
ResponderExcluirMarci, um beijo grande
Amo vcs. Aproveitem..
Dani